Desde a pré história o homem se preocupou em trocar calor, criando dispositivos então rudimentares que permitiam o cozimento dos alimentos. Na Grécia antiga, Arquimedes de Siracusa criou um instrumento bélico, o canhão a vapor, transportando a utilidade da armazenagem e direcionamento do calor da cozinha do homem antigo para os campos de batalha europeus. No século XIX da era cristã, a troca de calor foi utilizada por James Watt, pela primeira vez, como meio de transporte: estava então inventada a máquina a vapor, avó das locomotivas
Todos estes mecanismos e estruturas antigos tem por objetivo a troca e a transferência de calor de diversos fluidos que se encontrem com temperaturas “corporais” diferentes. As máquinas trocadoras de calor industriais da atualidade procuram organizar esta transferência térmica para tornar mais prática a atividade fabril ou industrial, através de placas que formam um dispositivo termodinâmico que irá resfriar ou aquecer fluidos.
O trocador de calor é disponível em vários modelos e seu funcionamento é na verdade bem simples: do contraste entre fluidos de temperaturas distintas, aquele mais frio e que é conhecido como “refrigerante” vai escoar pela tubulação e abrirá espaço para o líquido mais quente (o “refrigerado”) circular nas estruturas internas do dispositivo. Os dois contrastam em temperatura e com isto criam força dinâmica, muito embora permaneçam dentro do dispositivo estanques um do outro através e cascos herméticos impermeáveis.
Na indústria, o trocador de calor é muito utilizado como condensador, recebendo fluido líquido que é transformado na forma gasosa através do contraste do calor das substâncias, o que será útil para a fabricação de peças de diversos segmentos industriais. Este mesmo processo existe no ambiente doméstico no funcionamento dos aparelhos de ar condicionado, por exemplo.
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