Na atividade industrial, a moega é uma espécie de trapiche ou canoura – isso não melhora muito, né? Mas a moega é facilmente discernível na linha de produção de engenharia industrial, porque é uma peça geralmente de metal destinada ao depósito de materiais que serão moídos, transformados e triturados.
Na raiz da palavra, moega é uma variação da palavra “moenga”, esta mais conhecida (ou menos desconhecida) na língua portuguesa. Quer dizer o nome genérico da peça de moinho, a mó, destinada à atividade de moagem propriamente dita.
Muito comum em silos, a moega é destinada ao depósito de grãos a granel, mesmo depois de triturados. Ela se encontra inserida na cadeia produtiva de grãos, cujas unidades se dedicam à recepção, limpeza, secagem e armazenamento do material já triturado.
A linha produtiva relacionada à cadeia de grãos deve possuir máquinas de pré-limpeza e secadores, transportadoras e dispositivos (estruturas) indispensáveis ao acondicionamento e processamento destes grãos, e é aí neste ponto que entra a “moega”, estruturas utilizadas para a recepção do produto a granel já ao fim e ao cabo da cadeia produtiva.
Ela é uma estrutura metálica, já abandonou a compleição histórica antiga que a realizava em madeira. Suas faces internas possuem um ângulo de inclinação superior a 40 graus, permitindo que a massa de grãos não fique retida no ângulo de repouso da moega, mesmo se repleta ainda de impurezas.
Um termo bem diferente, não é mesmo?? Continue seguindo nosso blog e fique por dentro…




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